Errando em direção ao sucesso: aprendendo a falhar melhor

Só não erra quem não tenta, e muitas vezes o medo excessivo de falhar é um grande obstáculo ao desenvolvimento de soluções criativas.
Hoje é a Páscoa, data que simboliza a renovação e enseja um bom momento de refletir sobre renovar os projetos pessoais em andamento que não estão atingindo os resultados esperados. Será que eles devem continuar? Será que você está se permitindo pensar criativamente em soluções, ou o medo de falhar está limitando as suas iniciativas?
Em um processo já estabelecido e bem definido, não se pode mesmo deixar espaço para a ocorrência de falhas: a eficiência e a qualidade passam a ser norma. Não há desculpa para a situação abaixo: uma falha em um projeto para o qual existem métodos conhecidos que conduzem ao acerto:

Mas é necessário deixar de fazer a situação acima, que ocorre (indevidamente, é claro) em situações planejadas e estabelecidas, nos levar a confundir toda falha com a derrota e com a ineficiência. Quando ainda se está desenvolvendo uma solução, errar faz parte do processo criativo, e frequentemente o estudo do erro é o elemento que permite colher o conhecimento importante para acertar na próxima tentativa.
Thomas Edison, inventor da lâmpada incandescente, testou centenas de outras alternativas antes de chegar à sua luminosa solução definitiva baseada em um filamento de carbono em uma câmara de vácuo. Quando perguntado por um repórter sobre como tinha sido a sensação de falhar nas outras 700 tentativas que não conduziram a uma lâmpada funcional, Edison teria respondido "Eu não falhei nenhuma vez. Eu descobri centenas de maneiras que não funcionam. Eliminando as maneiras que não funcionam,eu me aproximo de conhecer as que funcionam" - e a cada vez tomou notas, registrou novos conhecimentos, e se aproximou mais do seu alvo.



Embora o exemplo acima seja apenas uma questão de atitude, quase motivacional na sua essência, Edison também não era alguém isento de errar: entre suas tentativas que não chegaram ao sucesso estiveram um plano para passar a construir com cimento e em larga escala a mobília e vários utensílios domésticos (até pianos!), um modelo inicial de cinema com áudio, e um modo de automatizar a mineração do ferro no qual investiu grande parte do que obteve vendendo suas ações da General Electric.
Cada uma das 3 tentativas falhadas acima, considerando o esforço e os recursos empregados nela, poderiam ter sido os fracassos que marcaram uma vida. Mas Edison sabia que errar mais é muitas vezes o requisito para poder também acertar ainda mais, e assim ele é lembrado por sucessos muito maiores e que mudaram a civilização e a cultura, como a lâmpada elétrica e o fonógrafo.
Henry Ford, outro visionário que mudou o mundo ao colocar em prática suas ideias sobre a produção em massa e assim revolucionou o setor de transportes, também teve seus fracassos (um deles localizado no meio da nossa floresta amazônica), mas também sabia usá-los como impulso para acertar mais, e é dele a frase que quero destacar neste post:
"Falhar é simplesmente a oportunidade de começar de novo, dessa vez mais inteligentemente" - Henry Ford
Claro que nada disso é desculpa para ser descuidado, agir sem planejar ou mesmo exigir menos de si: a falha é positiva quando ocorre em um processo criativo e é aproveitada como um instrumento de melhoria.
Depois de falhar, portanto, faça um bom diagnóstico, descubra a razão da falha, qual o seu grau de responsabilidade sobre ela, e o que você sabe agora que não sabia antes de ter falhado - e use essa informação para planejar sua próxima experiência, sempre com a intenção de falhar menos.
A falha e o erro se convertem em fracasso quando você para de tentar. Na prática, entretanto, muitas vezes um tropeço evita uma queda muito maior, e as tentativas falhadas oferecem conhecimento que não estaria disponível de outra forma, como bem observou Thomas Edison.
Errar geralmente faz parte do desenvolvimento de uma solução inovadora. Se você investir (nos recursos, na motivação, na credibilidade) para se permitir errar mais, terá condições de acertar mais também, sem tratar cada tentativa e experiência como se ela fosse a última bala do revólver.
E conforme for aprendendo a importância de uma falha estrategicamente posicionada, lembre-se das palavras do dramaturgo Samuel Beckett: "Sempre tentaste, sempre falhaste. Não importa. Falhe de novo. Falhe melhor."

Coisas que aprendo no Efetividade.net :)

Acordar cedo: como criar o hábito e ganhar mais tempo em seu dia-a-dia

Acordar cedo por vontade própria pode ser um hábito difícil de criar, para quem está acostumado a ficar debaixo das cobertas até o horário em que tem a obrigação de sair da cama.
Mas ganhar algumas horas - ou mesmo minutos - a mais em suas manhãs pode produzir uma grande diferença na sua produtividade e qualidade de vida.


Há várias técnicas que você pode aplicar para sofrer menos para pular da cama mais cedo. Selecionamos algumas delas, referenciamos outras, e acrescentamos a tradicional pergunta para que os leitores compartilhem as suas dicas para acordar mais cedo.

Sete dicas para acordar mais cedo com efetividade
  1. Tenha um objetivo e convença a si mesmo - Se acordar cedo não é uma obrigação, você precisa ter um bom motivo todos os dias, até formar o hábito. Alguns possíveis bons motivos são: ter mais tempo para estudar, fazer exercício, trabalhar em casa, tomar um café da manhã saudável, ler o jornal, atualizar seu site, dar uma caminhada, conviver com a família ou o que quer que você precise mais tempo para fazer pela manhã. Pense nas causas tanto na hora de acordar, como na hora de ir dormir, para ajudar a formar a necessária motivação. Pense também nas conseqüências
  2. Seja produtivo com seu tempo extra: Você acordou mais cedo por alguma razão. Realize esta razão, porque se você se render à tentação de ficar assistindo reprises de seriados na televisão de pijama, a sua motivação para acordar cedo nos próximos dias irá se diluir!
  3. Pense previamente nas desculpas - e ignore-as: quando o despertador tocar, uma série de desculpas vão passar pela sua mente. "Descansar é saudável", "Posso deixar para amanhã", "Está tão frio", etc. Pense nelas antes, e prepare-se para ignorá-las.
  4. Pule da cama: Nada de "Só mais 10 minutos", que levam a só mais 15, mais 25, e lá se foi a sua manhã. Discipline-se para sair da cama imediatamente, e assim que você estiver fora dos cobertores, tudo ficará mais fácil.
  5. DURMA! Para acordar cedo consistentemente, você precisa dormir um número suficiente de horas (o número exato varia de indivíduo para indivíduo), o que em geral se consegue indo dormir mais cedo, sem ficar assistindo TV ou lendo um livro na cama, madrugada adentro. Planeje no início da noite a hora que você pretende ir dormir, mas cuidado para não transformar isso em razão de stress, senão o efeito vai se inverter. Melhore a qualidade do seu sono, procure e resolva as causas de eventuais insônias ou distúrbios no seu sono, para que não prejudiquem o seu rendimento no dia seguinte.
  6. Facilite o processo de acordar: Planeje no dia anterior o que você vai precisar, e já deixe preparado. Deixar separadas as roupas que irá vestir, os objetos que irá precisar na sua primeira tarefa da manhã, etc. enquanto ainda está bem acordado no dia anterior facilita a sua vida e pode representar um grande ganho de tempo.
  7. Tenha alguma recompensa: Se o seu objetivo em acordar cedo for uma obrigação (assistir a alguma aula, participar de uma reunião, trabalhar, etc.), ofereça a si próprio alguma recompensa: a oportunidade de tomar um café da manhã um pouco mais caprichado, um banho mais longo, ler o jornal antes de sair de casa... Use a criatividade, manter-se motivado é um bom investimento.

Fonte: Efetividade.net

Personalizando seu celular com o Nova Launcher!

Trouxe aqui detalhadamente como usar o "Nova Launcher", as informações são do TecMundo, apenas repostei aqui porque está bem explicado! Vídeo de apresentação logo abaixo!

Controlando a raiva e tirando pensamentos negativos..



Estava lendo Vida minimalista e como sempre aprendi algo incrível com a experiencia dessa mulher. A raiva atua em nossa mente como uma lente de aumento, piorando os aspectos negativos de uma situação que nem sempre é como pensamos. Perdemos o controle, a razão e com isso podemos colocar em risco pessoas, empregos e relacionamentos. Ficamos cegos, perdemos a capacidade de pensar racionalmente sobre o problema, e com isso acabamos tomando decisões estúpidas das quais provavelmente nos arrependeremos depois.
Mas como lidar com um sentimento que surge do nada, de forma impulsiva e que nos tira da razão? Será que é possível passar por alguma situação complicada e não sentirmos raiva, ou até mesmo ódio?
E agora? como controlar o impulso da raiva? Que é instantâneo e nos tira da razão? Da pra passar por algo difícil ou complicada sem sentir raiva?
Primeiro passo. Observar como a raiva surge:
Na maioria das vezes, nossa própria mente começa a distorcer a realidade exacerbando seu aspecto negativo e ignorando o positivo. Passamos a enxergar com uma lente negativa e a criar nossa própria narrativa sobre o outro, que na maioria das vezes não passa de fantasia. Claro, há situações que não ocorrem desta maneira, mas quando o outro nos causa aflição, raiva e desprezo, na verdade, nós somos os responsáveis por deixarmos que o sentimento se instale em nossas mentes.
Quem nunca ficou com raiva do transporte público cheio, da fila do banco, do atendente lento ou de um simples bom dia de um colega naquela manhã que acordamos de mal-humor? Será que a culpa é dos outros? Será que o motorista que demorou para sair com o carro assim que o sinal ficou verde merece nossa raiva? Novamente, a responsabilidade pelo que sentimos não é dos outros. É nossa.
Somos nós que nos permitimos sentir raiva. Somos nós que permitimos que a raiva dos outros nos afete. Foi criticado e achou uma injustiça? Pra que rebater de forma descontrolada? Silencie a mente, respire fundo e tente esclarecer. Além disso, o que o outro pensa sobre nós – de forma infundada – não nos diz respeito. Não devemos nos preocupar com o que o outro pensa. Não somos responsáveis pela opinião dos outros, apenas pelas nossas. Jamais deixe que o outro te desequilibre. Mantenha-se no caminho sereno e racional, refletindo se todos os motivos que o fez sentir raiva realmente são relevantes a ponto de causar mal-estar.
Muitos podem dizer que a teoria é linda, mas que a prática não é tão fácil. No entanto, no momento em que conseguimos observar as pequenas sensações desagradáveis que surgem ao longo do nosso dia e a eliminamos no início, evitamos que vire uma bola de neve. Pequenos focos de incêndio podem ser apagados assim que surgem, basta não aceitarmos tal sentimento que, aos poucos, conseguiremos lidar com outros mais complicados. É certo que nem tudo é relevável, mas se eliminarmos as pequenas aflições diárias, aprenderemos cada vez mais a lidarmos com situações mais desagradáveis.
É um desafio a ser aplicado no dia a dia. Agora, só nos resta observar quando o foco se inicia, para deixarmos a sensação desagradável ir embora da mesma forma que chegou. Afinal, podemos escolher absorver tal sentimento e passar o resto do dia remoendo com rancor ou simplesmente desapegarmos e continuarmos de forma leve em nosso caminho.
Hehe, fica light amigo(a)!!!

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